Encontre com facilidade o que você procura!

Mostrando postagens com marcador 3º ano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 3º ano. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 27 de março de 2014

Pastas de avaliações 3º ano Português e Matemática

;



 Português 3º ano.rar Download

 Matemática 3º ano.rar Download








segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Caderninho de SIMULADO 3º ano com descritores

;



                                                                            CAPA
Sugestões: Imprima o documento frente e verso   e monte o caderninho. Se preferir você pode baixar o arquivo no formato Word .caderninho de avaliação montado. Download

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Caderno de Férias 3º ano

;
Click here to download this file
Powered by ebookbrowsee.net

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Caderno de Reforço 2º e 3º anos 2 Rio

;
Click here to download this file
Powered by ebookbrowsee.net

Caderno de reforço 2º e 3º ano Rio

;
Click here to download this file
Powered by ebookbrowsee.net

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Avaliações diagnósticas ANOS INICIAIS

;

2º ano

3º ano 
4º ano

5º ano

Fonte: NTE Patos de Minas

domingo, 1 de setembro de 2013

Personagens da história O Menino Maluquinho

;
 MENINO MALUQUINHO
 JULIETA
 BOCÃO
 CAROLINA
LÚCIO
 SHIRLEY VALÉRIA
 JUNIM
SUGIRO FERNANDO
 HERMAN
NINA

Slides O Menino Maluquinho

;No final do poster tem um link para você baixar o arquivo completo. Basta clicar em cima da imagem para baixar o arquivo em PPT.








domingo, 25 de agosto de 2013

Apostila para intervenção 3º ano

;APOSTILA LINGUA PORTUGUESA 3º ANO.docx
Visualizar Download

terça-feira, 6 de agosto de 2013

LELÊ FIXA O PREFIXO com descritores

;
O meu nome é Leocádio, mas todo mundo me chama de Lelê. Só que eu quero mudar meu apelido para Bilê.

É que quando eu era pequeno, que foi no ano passado, perguntei para o meu tio Torero por que eu tinha que ter aula de português se eu já falava português.

Ele disse que eu tinha que aprender português bem direito para escrever que nem ele. Mas aí eu falei que já escrevia bem direito, tanto que de vez em quando eu fazia uns textos para o jornal dele, e que eu até recebia mais comentários no meu blog que ele no dele.

Então o meu tio, depois de engasgar com o bolo de chocolate que ele estava comendo, pensou um pouco e disse que eu tinha que aprender português melhor do que eu já sabia porque quem escreve bem tem namorada bonita.

Aí eu pensei e vi que era verdade, porque os amigos do meu tio Torero, o tio Veríssimo, o tio Zuenir e tio Bonassi são casados com umas bonitonas. Por causa disso, eu decidi caprichar nas aulas de português.

A minha professora de português se chama dona Maria Rosa Estevam Frangetto. Ela também é bem bonitona e deve ter uns sessenta anos. Na semana passada, a dona Maria Rosa falou de uma coisa que se chama prefixo.

O prefixo é um negócio que vem na frente da palavra e quer dizer alguma coisa. A dona Maria Rosa escreveu a palavra “prefixo” na lousa, aí separou o “pré” do fixo e disse:

- Por exemplo, pessoal, o “pré” de prefixo quer dizer o quê?

Ninguém falou nada, aí ela mesma respondeu:

- Quer dizer “antes de”, entenderam? Como em previsão, Pré-História e prefácio. Entenderam agora?

Todo mundo continuou calado. Ela percebeu que a gente não tinha entendido nada e tentou de novo:

- Vou dar outro exemplo: a gente tem prefixo “anti”, que quer dizer “contra”, como em anticristo, antibiótico e antitérmico. Entenderam?

A gente continuou calado. Nem o Aurelius, que é o maior CDF da classe, falou alguma coisa. Então a dona Maria Rosa explicou de novo:

- Olha, tem também o prefixo “a”, que quer dizer “não” e “sem”. Por exemplo, analfabeto é quem não conhece o alfabeto; arritmia é o que não tem ritmo; anormal é uma coisa que não é normal; acéfalo é sem cabeça e anônimo é sem nome.

Aí o Babão, que tem esse apelido porque um dia dormiu na classe e babou, perguntou:

- Então lá em Alagoas não tem lagoa?

O Babão é meio burro, mas dessa vez ele fez uma pergunta muito boa, porque a dona Maria Rosa teve que respirar fundo antes de responder.

- Não, Babão, quer dizer, Luizinho, nem sempre o “a” é um prefixo de negação. Às vezes ela faz parte da palavra, como em abacaxi e abacate.

- Ah, bom... – disse o Arlindo. – Eu já estava pensando que meu nome queria dizer não-lindo.

E aí, como o Arlindo é bem feio mesmo, todo mundo caiu na gargalhada, menos ele.

Depois que a gente parou de rir, a dona Maria Rosa falou de outro prefixo, o “bi”, que queria dizer dois. E deu uns exemplos: bicampeão é quem foi campeão duas vezes; biatlo é aquela competição que tem duas provas diferentes; bípede é quem tem dois pés; bicolor é o que tem duas cores; bimestral é o que acontece de dois em dois meses e a bicicleta tem esse nome  porque tem duas rodas.

A gente começou a entender o tal do prefixo. E então a dona Maria Rosa disse que tem outros prefixos que significam números, que nem “tri”, que quer dizer “três”; “tetra”, que quer dizer “quatro”; “penta”, que quer dizer “cinco”; e “hexa”, que quer dizer “seis” e é uma coisa que o Brasil não é no futebol porque a Seleção jogou o maior ruim na Copa.

Aí todo mundo entendeu aquela coisa de prefixo e a gente começou a falar.

A Bibi perguntou o que queria dizer o apelido dela. Era “dois e dois” ou era “quatro”?

O Zepa, que se chama Zé Paulo e é o maior gordo falou que não quer mais bife, bisteca e biscoito. Agora ele quer trife, tetrasteca e pentacoito, que devem ser bem grandões.

Chamaram a Tereza de bisbilhoteira, mas ela falou que era só um pouquinho, uma bilhoteira.

Eu disse que ia mudar meu nome para Bile, que é duas vezes Lê, o que dá Lelê.

O Gabriel, que está sempre olhando as meninas, falou que ia dar um bibeijo na Bibi e fez um beicinho, mas ela respondeu que ele era binsuportável e botou um lápis no beicinho dele.

E o Aurelius, que é o maior CDF, disse que ele era binteligente, mas a dona Maria Rosa falou que aquela palavra não existia e então toda a classe começou a gritar “Biburro! Biburro!” e ficou a maior bibagunça. Só quem ficou quieta foi a dona Maria Rosa. Ela sentou na cadeira dela, deu um suspiro e disse baixinho:

- Essa turma ainda vai me deixar bibiruta...
(Fonte: TORERO, José Roberto. As primeiras histórias de Lelê. São Paulo, Panda Books, 2007.)
QUESTÃO 1 (Descritor: localizar informações explícitas do texto.) 
Assunto: Interpretação

 a) Por que Lelê achava que não precisava ter aulas de português?

b) Que argumentos o tio de Lelê usou para convencê-lo a estudar português?
  
QUESTÃO 2 (Descritor: analisar afirmativas a partir das informações implícitas e explícitas do texto.) 
Assunto: Interpretação
Marque as afirmativas verdadeiras sobre a professora de Lelê:
a) Não desistia de explicar a matéria quando seus alunos tinham dúvidas.
b) Ela era bem novinha.
c) Era superbrava e todos tinham medo dela.
d) Não era muito bonita, mas Lelê gostava dela assim mesmo.

QUESTÃO 3 (Descritor: analisar afirmativas a partir das informações implícitas e explícitas do texto.)
Assunto: Interpretação
Que sinal deixava claro para a professora que a turma ainda não tinha entendido nada?
a) As crianças não paravam de conversar e estavam muito agitadas.
b) Apenas o melhor aluno da sala fazia comentários corretos sobre a matéria.
c) Alguns alunos estavam até dormindo.
d) Todos ficavam calados e não respondiam as suas perguntas.
QUESTÃO 4 (Descritor: fazer inferências a partir de informações explícitas do texto.)
Assunto: Interpretação
Aí o Babão, que tem esse apelido porque um dia dormiu na classe e babou, perguntou:
- Então lá em Alagoas não tem lagoa?
a) Como Lelê chegou a conclusão que daquela vez o Babão tinha feito uma pergunta inteligente?
b) Desta vez, Babão estava prestando atenção na aula? Explique.
QUESTÃO5 (Descritor: localizar informações explícitas do texto.)
Assunto: Interpretação
Em que momento, a turma realmente começou a entender o que eram os prefixos?
QUESTÃO 6 (Descritor: fazer inferências a partir de informações explícitas do texto.)
Assunto: Interpretação
O Zepa, que se chama Zé Paulo e é o maior gordo falou que não quer mais bife, bisteca e biscoito. Agora ele quer trife, tetrasteca e pentacoito, que devem ser bem grandões.

Explique como o Zepa inventou as palavras trife, tetrasteca e pentacoito.
 

QUESTÃO 7 (Descritor: analisar afirmativas a partir das informações implícitas e explícitas do texto.)
Assunto: Interpretação
Marque as alternativas verdadeiras sobre a turma de Lelê:
a) Os alunos sempre respeitavam uns aos outros.
b) Todos os alunos estavam desinteressados em relação ao que dona Maria Rosa explicava.
c) A turma entendeu o que era prefixo.
d) A turma fazia perguntas o tempo todo.

QUESTÃO 8 (Descritor: analisar expressões utilizadas no texto.)
Assunto: Interpretação

Ela sentou na cadeira dela, deu um suspiro e disse baixinho:
- Essa turma ainda vai me deixar bibiruta...


a) O que a turma estava fazendo para a professora dizer isso?
b) O que a professora queria dizer quando usou o termo bibiruta?

QUESTÃO 9 (Descritor: identificar o tempo verbal em que foi escrita uma afirmativa.)
Assunto: Gramática
Em um momento da aula, dona Maria Rita pensou:

- Meus alunos entenderão o que é um prefixo.

Esse pensamento da professora aconteceu no início ou no final da aula? Explique.
 
QUESTÃO 10 (Descritor: produzir textos coerentes e coesos.) 
Assunto: Produção de texto
Durante uma aula de português, a turma de Lelê ficou empolgada e se divertiu com uma matéria nova. Escreva sobre uma aula que você não esqueceu. Não se esqueça de dizer: quando a aula aconteceu, qual era o assunto, quem eram as pessoas envolvidas, o que aconteceu... Conte de forma que o seu leitor possa se sentir como se estivesse assistindo essa aula junto com você.

Leitura e interpretação Um novo começo com descritores

;
São Paulo, sábado, 15 de setembro de 2007

Depois de uma longa viagem, crianças refugiadas têm que aprender uma outra língua e conquistar novos amigos
PAULA LAGO
DA REPORTAGEM LOCAL

Quando você ouve falar na Guerra do Iraque, já deve ter se perguntado: e o que acontece com as crianças? Em situações de conflito, seja com um outro país, seja entre os próprios moradores ou contra o governo, por exemplo, a vida de muitas crianças fica em risco. Aí a solução é uma só: sair dali o mais rápido possível.
Só que essa viagem não é como sair de férias. É definitiva, e depende que outro país aceite receber essas famílias - os refugiados. Para conseguir refúgio (proteção), eles têm de provar, com suas histórias, que foram forçados a deixar seu país porque se sentiam ameaçados. E precisam contar, também, os motivos: é por causa da religião? Por que pensam de forma diferente de políticos? Por que seu país está em guerra?
Hoje, o Brasil recebe muitas pessoas nessas condições, de 69 nacionalidades. Elas vinham mais de países da África, mas neste ano o Conare (Comitê Nacional para os Refugiados) percebeu uma mudança: muitos pedidos vêm de vizinhos como Colômbia, Peru e Cuba.


A Elizabeth, 5, nasceu em Cali, na Colômbia, e teve de fugir com seu pai para o Brasil. Ela trouxe brinquedos, roupas, mas duas coisas bem importantes ficaram: a mãe e a irmã mais velha. "O Brasil é caro", explica a garota, que também acha nosso país "grande demais, a viagem foi loooonga". Eles vieram de ônibus, em janeiro, e foram atendidos em São Paulo pelo Centro de Refugiados da Cáritas, que faz parte do Conare. Seu pai não tem emprego, mas dizem que a vida melhorou. Moram em albergue, e a menina já quase não chora na aula de português. "Eu chorava muito, queria brincar com minha irmã", diz Elizabeth, que espera a vinda da mãe e, então, vai "mostrar a cidade para ela".

O que aconteceu na Colômbia
Há ondas de violência há mais de 40 anos envolvendo guerrilheiros (grupos armados ilegais que praticam seqüestros e tráfico de drogas), paramilitares (grupos criados para combater a guerrilha, que também seqüestram e traficam drogas) e forças do governo.



Nor, 10, Tabarak, 8, e Hussein, 5, nasceram em Bagdá, no Iraque, e perderam a mãe na guerra no fim do ano passado. O pai das crianças, então, veio para São Paulo.
Eles não tiveram muito tempo para preparar a viagem, pegaram apenas algumas peças de roupa. Os brinquedos não puderam vir. E Hussein ainda chora por ter deixado sua bicicleta. Para Tabarak, o pior foi ter ficado sem as bonecas.
Eles chegaram em maio e ainda não sabem português, mas já estão na escola. Nor diz que eles estão gostando do Brasil, estão mais felizes porque podem brincar e não precisam ficar fechados dentro de casa. E a melhor hora é a do almoço: eles aprenderam a comer feijão, e adoraram! Hussein lembra que também gosta muito de batata e de chocolate - e, para não deixar dúvidas, fala em português mesmo, porque isso o menino já aprendeu.

O que aconteceu no Iraque
Depois do ataque de 11 de setembro, em 2001, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, inicia uma guerra ao terrorismo, e o Iraque é um dos alvos. Segundo os EUA, o Iraque poderia entregar armas de destruição em massa para terroristas. Com a ajuda da Inglaterra e da Espanha, os EUA atacam o Iraque. Eles derrubam o governo de Saddam e começam a enviar tropas militares para a reconstrução do país. Até hoje, há conflitos entre o povo iraquiano e as tropas.







Para Larissa Kouadio, 12, a escola é a principal diferença entre a Costa do Marfim, na África, onde ela nasceu, e o Brasil, onde mora agora: "Lá há muitas regras, aqui não respeitam o professor", compara.
Ela fugiu da guerra com a mãe no ano passado, e sua irmã mais velha teve de ficar. O pai já estava no Brasil. Ela se lembra do dia em que ela e seus amigos ficaram presos nas salas de aula por causa da guerra. "Foi horrível. Todo mundo gritava."
Quando seus pais resolveram vir para o Brasil, ela ficou preocupada, porque ouvia falar da violência daqui. "Era preconceito. Tem lugares bonitos. Mas as pessoas daqui também precisam de informação sobre a África. Meus colegas acham que lá só tem miséria!"
Ela prefere o Brasil, "porque não tem guerra", mas a vida por aqui não está sendo fácil: "Ainda não sei o que é ganhar presente, mas sei que as coisas vão melhorar, e eu vou ajudar meus pais", promete, num português quase sem sotaque.

O que aconteceu na Costa do Marfim
Em 2002, começou uma guerra civil (conflito entre grupos do mesmo povo), depois que rebeldes tentaram derrubar o governo com um golpe. Muitas pessoas morreram, e o país passa por um momento de transição de poder.



"Lembro que tudo desabava." É a recordação que Marian Toteshashvili, 10, tem da Geórgia, país do Cáucaso onde nasceu. Ela diz que se lembra da casa e tem saudade dos amigos, mas está bem adaptada. "Ninguém da minha família falava português, minha mãe ficou desorientada, mas conseguimos fazer amizade, e eles nos ajudaram", conta a garota, que mora no Rio desde 2000.
A língua foi um problema, mas não para ela: "Não foi muito difícil. Meus pais sofreram mais". Ela diz que sabe que aqui é melhor para ela. "Se eu continuasse lá, não teria futuro. Aqui dá para fazer planos, só quero voltar lá para visitar".
Do que ela mais gosta no Brasil? "De passear na Lagoa [Rodrigo de Freitas]" e de ir ao shopping. Mas não gosto de comida brasileira", lembra rapidinho.

O que aconteceu na Geórgia
Entre 1995 e 2000 ocorreram inúmeros conflitos com as repúblicas da Ossétia do Sul e da Abkházia, que queriam se separar da Geórgia e depois se tornaram subdivisões daquele país.


Disponível em <http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/dicas/inde150907.htm> Acesso em 01/04/2009

QUESTÃO 1 (Descritor: analisar afirmativas a partir das informações implícitas e explícitas do texto.)

Assunto: Interpretação

Marque as alternativas verdadeiras sobre as crianças refugiadas, de acordo com a reportagem:

a) Todo país é obrigado a receber os refugiados de guerra.
b) O Brasil recebe muitos refugiados de países variados.
c) Em situações de conflito, apenas as crianças ficam protegidas.
d) A maioria dos refugiados que o Brasil recebe vem da Europa.
  
QUESTÃO 2 (Descritor: localizar informações explícitas do texto e fazer inferências a partir delas.)



Assunto: Interpretação
As crianças que saem de um país em guerra fazem uma viagem. Cite duas diferenças entre essa viagem e uma viagem de férias.


QUESTÃO 3 (Descritor: localizar informações explícitas do texto.)

Assunto: Interpretação

As crianças refugiadas que se mudaram para o Brasil enfrentaram dificuldades. Cite uma dificuldade enfrentada por cada uma das crianças.

a) Elizabeth
b) Tabarak, Nor e Hussein
c) Larissa
d) Marian


QUESTÃO 4 (Descritor: opinar sobre um tema abordado no texto.)

Assunto: Interpretação

Ao ler sobre a vida das crianças refugiadas mostradas nessa reportagem, que fato lhe pareceu mais difícil? Explique.


QUESTÃO 5 (Descritor: analisar afirmativas a partir das informações implícitas e explícitas do texto.)

Assunto: Interpretação

Marque a alternativa que mostra um aspecto positivo do Brasil que foi apontado por Larissa que veio da Costa do Marfim, na África:

a) A comida brasileira é ótima.
b) As escolas do Brasil são bem melhores do que as escolas de seu país.
c) Há lugares bonitos para conhecer.
d) Os brasileiros conhecem muito bem a África e isso ajudou na sua adaptação.


QUESTÃO 6 (Descritor: relacionar informações explícitas e implícitas do texto com outros textos.)

Assunto: Interpretação

Leia novamente alguns direitos das crianças.

1. Toda criança tem direito a um nome e a uma nacionalidade.
2. Toda criança deve ser protegida contra a exploração no trabalho.
3. Toda criança tem direito a uma moradia digna e a brincar em lugares seguros.
4. Toda criança tem direito a frequentar uma escola e ser protegida.

Quando uma criança vive em um país em guerra, que direitos deixam de ser cumpridos? Explique.

QUESTÃO 7 (Descritor: identificar e produzir afirmativas em diferentes tempos verbais.) 
Assunto: Gramática
Leia as frases:

1 - As pessoas daqui também precisam de informação sobre a África.
2 - Eles não tiveram muito tempo para preparar a viagem.

a) Em que tempo verbal cada uma delas está?

b) Passe as frases para outros dois tempos verbais.
  

Pesquise aqui!

Projeto de Alfabetização com 10 palavras geradoras. 01 caderno para cada palavra

Projeto de Alfabetização com 10 palavras geradoras. 01 caderno para cada palavra
Para acessar clique na imagem
Bem Vindo ao Blog! Muitas imagens ou arquivos aqui disponibilizadas foram encontradas na própria internet. Se alguma postagem é de sua autoria ou propriedade, por favor deixe um comentário no post e retiraremos imediatamente ou citaremos os devidos créditos. Obrigada!