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Coleção: Instrumentos da Alfabetização

CONHECER, INTERVIR, REFLETIR: INSTRUMENTOS PARA A ALFABETIZAÇÃO  Apresentação da proposta da Coleção para que o professor, ao mesmo tempo, desenvolva sua formação continuada, realize experiências em sala de aula e reflita sobre elas. Sempre tendo em vista os três primeiros anos do Ensino Fundamental de nove anos, um período decisivo para a alfabetização.

COMO A COLEÇÃO ESTÁ ORGANIZADA 
Os cinco volumes que compõem o núcleo inicial da Coleção e seus principais objetivos: mostrar como e por que usar a Coleção na formação continuada, em estudos autônomos, individual ou coletivamente (vol.1); conhecer as capacidades da alfabetização e uma proposta para sua distribuição ao longo dos anos iniciais da Educação Fundamental (vol.2); fazer diagnósticos do conhecimento dos alunos (vol.3); planejar (vol.4); acompanhar e avaliar (vol.5)

 COMO UTILIZAR A COLEÇÃO 
A organização dos volumes 15 Para facilitar a utilização e o estudo da Coleção, esta parte apresenta os diferentes recursos utilizados, como o próprio Sumário, boxes, pontos-chave, subtítulos e atividades, dentre outros. Assim fica mais fácil usar os diferentes volumes no dia-a-dia. 

Como estudar e utilizar a Coleção?  Sugestões para auxiliar o desenvolvimento de estudos autônomos, sobretudo em grupos. Apresenta princípios para regular o trabalho em grupo, estratégias de leitura individual e dinâmicas de estudo em grupo. Para que o trabalho coletivo não se torne assistemático, sugere procedimentos de planejamento do trabalho.

POR QUE ESTUDAR? 
 Analisa um caso de criança não alfabetizada na 4ª série da Educação Fundamental para caracterizar problemas enfrentados pela escola brasileira. Fornece também, ao mesmo tempo, um modelo de apresentação de estudo de caso, que pode ser usado para analisar outros casos, nos estudos em grupo. 

Fracasso na alfabetização? 

Caracteriza os problemas enfrentados pela escola brasileira na alfabetização. Para isso, analisa dados de avaliações do sistema de ensino que mostram que mais da metade das crianças chegam ao 4º ano com sérios problemas de leitura. 

O fracasso não é novo 
Quais são as origens dos problemas de alfabetização que enfrentamos hoje? Defende que as dificuldades que enfrentamos no presente não são dificuldades novas. Fazem parte de uma dificuldade antiga e persistente em nosso país: a de assegurarmos a todos os brasileiros o acesso à escolarização; o acesso a uma escolarização de qualidade, que promova o efetivo domínio da língua escrita. 

O fracasso não recai sobre todos 
Nossas dificuldades em alfabetizar não se manifestam indiscriminadamente: o insucesso da escola se manifesta no caso das crianças e jovens cujas famílias possuem menor renda; têm pouca ou nenhuma escolaridade; são negras. Conclui que a duração da escolarização é um importante fator para a promoção da alfabetização e de níveis complexos de uso da língua escrita. 

Avançamos, mesmo ampliando nosso conceito de alfabetização
 Defende que, apesar de nossas dificuldades, a escola brasileira avançou em matéria de alfabetização, mesmo quando ampliamos, progressivamente, o conceito de alfabetização levando ao surgimento de um novo conceito: letramento. Com base na análise dos problemas da alfabetização no país, defende políticas de ampliação da Educação Fundamental e de maior investimento na Infantil.




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Rotinas na alfabetização



Rotina é uma sequência de ações que situa o sujeito no tempo, propiciando-lhe uma referência e uma organização. Ao planejar e organizar rotinas em turmas de alfabetização, é necessário ter em mente os objetivos e as habilidades que se pretende atingir, levando em conta os sujeitos envolvidos e os contextos de ensino e aprendizagem. A definição das atividades – o que fazer, como e com que frequência – pode ser estabelecida a partir do diálogo entre professores e alunos, e ser revista sempre que necessário, garantindo que todos conheçam as atividades e se apropriem da dinâmica do trabalho, participando ativamente de cada proposta.

Ao contrário de monotonia e simples repetição, a rotina supõe dinamismo e precisa ser construída a partir de dois aspectos fundamentais: (a) ser variada, isto é, possibilitar aos alunos experiências diversificadas de trabalho, criando várias oportunidades de aprendizagem e ampliação de habilidades, conhecimentos e contextos de aplicação; (b) ser sistemática e bem estruturada, ou seja, possibilitar a presença frequente e previsível de certas atividades, consolidando habilidades e experiências dos alunos. Assim, as rotinas possibilitam às crianças a compreensão da noção de tempo, conduzem a certa regularidade de suas ações e lhes permitem perceber a escola e a sala de aula como espaços em que as atividades podem ser planejadas, previsíveis e autocontroladas, com maior ou menor grau de autonomia.

O início das atividades diárias em sala de aula com a construção ou retomada da rotina possibilita que os participantes se situem quanto à dinâmica, aos intervalos e ao horário de saída, e visualizem a distribuição do tempo, com a previsão de duração de cada uma das ações propostas. Esses tempos devem ser avaliados e ajustados no desenvolvimento das atividades, tendo em vista a necessidade de cumprir uma proposta previamente organizada, e de se considerar o ritmo e o envolvimento da turma.

A construção da rotina, portanto, organiza o trabalho cotidiano e favorece que a sala de aula seja um espaço dinâmico, com diversidade e sistematização de: (a) atividades que contemplem os diferentes eixos de ensino (leitura, produção escrita, apropriação do sistema de escrita alfabética, conhecimentos linguísticos e oralidade); (b) formas de organizar a turma (individualmente, em duplas e em grupos); (c) oportunidades de leitura e de audição de textos pertencentes a diferentes gêneros e tipos textuais; (d) condições para que os alunos possam produzir textos de diferentes gêneros e tipos textuais, para diferentes interlocutores.

Além disso, as rotinas propiciam uma ampliação de tempos, para que as crianças frequentem a biblioteca, participem de rodas de conversa e de contação de histórias, dentre outras atividades. Assim, seu planejamento e execução devem contemplar tanto atividades permanentes quanto sequências didáticas e projetos a serem desenvolvidos em determinado período de tempo.


Referências bibliográficas:


Extraído de http://ceale.fae.ufmg.br/app/webroot/glossarioceale/verbetes/rotinas-na-alfabetizacao

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Matemática: Contando e registrando para baixar









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Caça - palavras , auto ditado e frases enigmáticas para alfabetização




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