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Como trabalhar a habilidade de Escrever textos curtos tendo em vista as condições de produção (finalidade, gênero e interlocutor).





Professor(a), planeje situações diversas em que o aluno possa vivenciar a escrita. A produção coletiva de textos se constitui em atividade significativa. 
Você terá a oportunidade de intervir nas questões em que os alunos precisam avançar (adequação da linguagem ao gênero proposto, distribuição espacial, uso de letras maiúsculas, paragrafação, coerência, coesão e sequência lógico-temporal). 
Lançar mão, na produção de textos, de assuntos/temas que sejam da preferência dos alunos é uma forma de estimulá-los à produção textual.
No seu planejamento, sugerimos que inclua, diariamente, atividades de produção textual, iniciando com o incentivo a pequenos textos.
Para os alunos que ainda não constituíram a autonomia da escrita, trabalhe com listas de suas preferências. Oriente que utilizem, quando necessário, o apoio do blocão e de outros recursos que precisam estar, permanentemente, expostos na sala de aula. é essencial levar os alunos a observar, contar, estimar, comparar, agrupar e desagrupar: são ações que devem fazer parte das aulas de Matemática nos anos iniciais. Consideramos importante fazer uso de jogos e de materiais variados para contagem. Observe como cada aluno realiza as atividades propostas. Faça perguntas para verificar o que observaram e complemente quando necessário. Você pode sugerir aos alunos que ao longo de uma semana, tragam, para a escola, tampinhas (plásticas) de refrigerante, reunindo-as em um recipiente transparente estimando, com a turma, a cada dia, quantas tampinhas de cada cor conseguiram e quantas existem no total. Ao final da coleta de tampinhas, faça nova estimativa e divida a quantidade obtida entre grupos de alunos. Peça que contem e anotem as quantidades que receberam de cada cor e a quantidade total. Aproveite a oportunidade e leve-os a comparar se possuem mais de uma cor do que de outra, se conseguiram a mesma quantidade para duas ou mais cores e qual a cor que possui menor quantidade de tampas. Reunindo as informações de cada grupo, faça o cálculo total de tampinhas obtidas pela turma;
•observem o calendário do mês em curso. A partir dessa observação, explore e compare, com os alunos, a quantidade de dias de aula, a quantidade de sábados e de domingos...;
•comparem a quantidade de cadeiras da sala de aula em relação ao total de alunos presentes. Com relação à habilidade em estudo, considere as demais situações cotidianas para propor desafios aos alunos. Lembre-se de que os jogos podem ser muito úteis nesse momento.

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Como trabalhar a habilidade de Identificar letras do alfabeto.


 Professor(a), identificados os alunos que ainda não reconhecem o próprio nome, consideramos importante planejar atividades que desenvolvam essa habilidade. Como já é conhecido nos estudos sobre alfabetização, o nome deve ser visto como o primeiro texto a ser considerado quando se pretende ajudar alguém a ler e a escrever. 
A utilização de crachás, telhadinhos, varal com saquinhos contendo o nome de cada aluno (para guardar produções), jogos de letras móveis do nome, entre outros recursos, contribui, significativamente, para o desenvolvimento dessa habilidade simples e inicial. 
Escrever o seu primeiro nome sem apoio.
Perceber que podemos representar, com a escrita, o que falamos ou pensamos, constitui-se em etapa das mais importantes no processo de alfabetização. 
É fundamental que a criança descubra o que a escrita representa e o que se pode representar a partir dela. 
Por isso, ao organizar suas aulas, verifique o que as crianças sabem a respeito da escrita e observe se conseguem perceber as relações entre as marcas de oralidade e a escrita. Proponha situações em que as crianças necessitem fazer representações. Dentre várias possibilidades, você pode solicitar que

• mostrem para você os personagens de que mais gostam, utilizando papel, lápis grafite e lápis colorido (depois que terminarem, peça que cada criança fale sobre o que representou. Observe as escolhas que fizeram entre utilizar a escrita, símbolos ou desenhos. Junto com as crianças, organize as produções, agrupando-as a partir da forma de representação escolhida individualmente: escrita, desenhos, símbolos ou desenho e escrita, entre outras);
•escrevam algo para você (pode ser os nomes de alguns personagens citados pelos colegas ou os nomes de alguns animais indicados por você ou escolhidos pelos alunos, para que se observe como cada criança procederá. 
O importante é que o ato de escrever tenha um sentido, uma motivação e a atividade esteja vinculada a algum assunto desenvolvido em sala de aula). 
Ao observar a escrita de cada aluno, analise se eles já utilizam convenções da escrita e de que maneira o fazem. Valide e valorize todas as formas de representação apresentadas pelas crianças e as ajude a avançar no que for necessário.

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Diferenciar letras de outros sinais gráficos, como os números e sinais de pontuação ou de outros sistemas de representação.



 Durante as atividades diárias, explore, sempre que oportuno, o reconhecimento e a nomeação de letras. Nessas ocasiões, observe e registre (para seu acompanhamento) os conhecimentos que os alunos já adquiriram ou que ainda estão construindo. 
O momento da chamadinha é sempre oportuno: identificar e nomear as letras com as quais os nomes começam ou terminam, ou, ainda, nomear todas as letras que compõem um determinado nome pode se transformar em uma prática diária para a aprendizagem efetiva relativa a essa habilidade. 
A realização de bingos de letras também se constitui em oportunidade de aprendizagem para os alunos, além de favorecer a ludicidade.

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Identificar relações fonema/grafema (som/letra).


     Já se sabe que o aluno, ao conhecer as 26 letras do alfabeto, superou uma etapa importante no seu processo de alfabetização.
      Durante o período de diagnose, investigue como cada aluno caminha; invista no processo de reconhecimento e diferenciação entre números, letras e demais sinais gráficos.
      Brinque de “Seu mestre mandou...” com a turma. Peça que citem ou apontem letras, números, nomes (de brinquedos ou de pessoas), cores/formas etc. Você irá se deparar com situações diversas, que demonstrarão em que etapa do processo de alfabetização cada aluno se encontra. 
Construa e utilize alfabetários e numerários. Leia, constantemente, para seus alunos. 
Proponha situações de contagem. No trato com os sistemas de escrita e de numeração, os alunos consolidarão a habilidade em estudo.

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Dica de como trabalhar a habilidade de Identificar a direção da escrita na Língua Portuguesa (escreve-se da esquerda para a direita e de cima para baixo).



    Antes de explorar as relações existentes entre fonemas e grafemas (SOM/LETRA), é importante investir no desenvolvimento da consciência fonológica. Brinque com rimas, canções, parlendas e trava-línguas. Observe quais alunos são capazes de perceber sons iguais ou semelhantes.
      A percepção das rimas e dos sons iniciais em palavras são habilidades importantes a serem desenvolvidas durante o processo de alfabetização. Para estabelecer relações entre fonemas e grafemas, a criança deve ultrapassar a capacidade de somente comparar sons: ela precisa relacionar sons à sua representação escrita.
      Mais uma vez, o trabalho com o nome pode auxiliar, efetivamente, no estabelecimento das relações entre fonemas e grafemas.
      Aproveite a chamadinha para observar a apropriação das relações entre fonemas e grafemas, habilidade que as crianças vão construindo gradativamente.
      Durante a chamadinha, a comparação entre nomes que começam ou não com a mesma letra deve ser estimulada. É importante que as crianças percebam a relação entre sons e letras.

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Dicas de como trabalhar a habilidade de Identificar a finalidade do texto pelo reconhecimento do suporte, do gênero e das características gráficas. LEITURA


Identificar a finalidade do texto pelo reconhecimento do suporte, do gênero e das características gráficas. LEITURA

Observe o desempenho de seus alunos na realização das atividades propostas em cada dia de aula. Verifique como escrevem, como grafam as letras e os oriente sempre que necessário. Para desenvolver a percepção quanto à direção da escrita, você pode:

• Entregar aos alunos fichas em que esteja escrito o nome da criança (abaixo dele, deixe uma lacuna para a colagem de cada letra. 
Oriente os alunos de modo que colem as letras, respeitando o sentido da escrita);
•Usar letras móveis, na rodinha, para escrever, coletivamente, palavras e nomes que sejam significativos;
• Atuar como escriba de seus alunos, escrevendo histórias criadas por eles;
• Escrever, no quadro ou no blocão, enquanto copiam em seus cadernos, a opinião das crianças sobre um livro lido ou mesmo um convite para que outra turma participe de uma brincadeira ou da Roda de Leitura (mostre sempre a direção da escrita e a função social do texto);
• Estimular o que, entre os alfabetizadores, acabou sendo chamado de ler com o dedinho. Capas de livros, fichas de nomes próprios, textos que os alunos saibam de cor são bastante produtivos para essa atividade: ao ler mesmo sem saber ler, as crianças apontam com o dedo o texto que está sendo lido.

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