A casa que Pedro Fez: Pré – silábicos e silábicos sem valor sonoro

A casa que Pedro Fez: Pré - silábicos e silábicos sem valor sonoro. A casa que Pedro Fez: Pré - silábicos e silábicos sem valor sonoro- atividades ....

A casa que Pedro Fez: Pré – silábicos e silábicos sem valor sonoroatividades pré – silábicos – fases da escrita

📌 Como baixar as atividades?

Arquivos em PDF:
Clique no link disponível no final deste post.

Como salvar as atividades em imagem:

1 – Clique com o botão direito sobre a imagem desejada.
2 – Selecione a opção “Abrir imagem em nova guia”.
3 – Na nova guia, clique novamente com o botão direito sobre a imagem.
4 – Escolha uma das opções: “Salvar imagem como…” ou “Copiar imagem”.
5 – Depois, salve ou cole no editor de sua preferência: Canva, PowerPoint ou Word.

Importante: Caso não consiga abrir a imagem ou o link do PDF, esse problema costuma ser causado pelo navegador interno do Instagram. Para resolver, clique nos três pontinhos no canto superior do seu celular e selecione a opção Abrir no navegador ou Abrir no navegador do dispositivo (como Chrome, Samsung Internet, Safari ou outro instalado no seu celular).

Para saber mais clique aqui

Nível Pré-Silábico – níveis 1 e 2

Nível 1: A criança tem traços típicos, como linhas e formas semelhantes a emes em letra cursiva. Apenas quem escreveu sabe o que significa. Ainda não se pode distinguir desenho e escrita em seus registros, recorrendo à utilização de desenhos. A escrita deve possuir variedade de caracteres. A quantia de grafias para cada palavra deve ser constante (Picolli; Camini, 2013). A escrita dos nomes é proporcional à idade ou tamanho da pessoa, do animal ou do objeto a que se refere. Ela escreve boi de forma gigante e formiga de forma mínima (Multieducação).

Nível 2: Para ler coisas diferentes deve haver diferença na escrita. Fixa-se a quantidade mínima de caracteres para escrever – os caracteres aparecem organizados linearmente nesse nível. A forma dos caracteres está mais próxima das formas das letras e podem aparecer junto com números (Picolli; Camini, 2013).

A criança passa a adquirir formas fixas de escrita, utilizando letras do seu próprio nome ou letras conhecidas (aron, lido como sapo; aorn, lido como pato; raon, lido como casa) como fonte principal para seu registro. Cada letra não possui ainda valor sonoro por si só. Assim, a leitura permanece realizada de modo global (Picolli; Camini, 2013). Predomina a escrita em letra de imprensa maiúscula (Multieducação).

Nível silábico

Nível 3: Aparece a hipótese silábica – a criança atribui um valor sonoro a cada sílaba das palavras que registra. As crianças relacionam a escrita à fala. Algumas crianças escrevem silabicamente, sem valor sonoro (Picolli; Camini, 2013). Começa um conflito entre a hipótese silábica e a quantidade mínima de letras exigidas para que a palavra possa ser lida. Ela utiliza duas formas gráficas para escrever palavras com duas sílabas, o que vai de encontro à ideia inicial de precisar no mínimo de três caracteres (Multieducação).

Nível silábico-alfabético

Nível 4: Passagem da hipótese silábica para a alfabética. A criança se aproxima de uma análise de fonema a fonema (Picolli; Camini, 2013). “Percebe que escrever é representar progressivamente as partes sonoras das palavras” (Multieducação).

Nível alfabético

Nível 5: A criança desenvolve uma análise fonética, produzindo escritas com hipóteses alfabéticas. Daqui para a frente, as crianças enfrentariam outros desafios, como, por exemplo, a ortografia (Picolli; Camini, 2013).

Atividades consciência fonológica – Atividades pré – silábicos – sem valor sonoro

A casa que Pedro Fez: Pré - silábicos e silábicos sem valor sonoro

Atividades vogais

A casa que Pedro Fez: Pré - silábicos e silábicos sem valor sonoro

Atividade letras inicial

A casa que Pedro Fez: Pré - silábicos e silábicos sem valor sonoro

Atividades sílabas

A casa que Pedro Fez: Pré - silábicos e silábicos sem valor sonoro
A casa que Pedro Fez: Pré - silábicos e silábicos sem valor sonoro
A casa que Pedro Fez: Pré - silábicos e silábicos sem valor sonoro

Atividades para a educação infantil

Referências

Emilia Ferreiro, Ana Teberosky e a gênese da língua escrita REvista Educação Pública

Deixe uma resposta